sábado, 29 de maio de 2010

ganhei uma promoção de um blog ;D

De Heart

Olha, eu só me inscrevo nas promoções que me interessam, não vou me inscrevendo em qualquer porcaria, não! rs
E essa era uma fofura, olha só! =)
Veio lá do blog da Li , do Uso Make Up, que tb é uma fofa.
E não é que eu ganhei? E como prometido, resolvi postar hoje sobre isso.
Só que ainda não tive coragem de usar porque é muito gracinha, né?
Aliás, pena que foto não tem cheiro. Deixei a caixinha no meu criado-mudo, ao lado da cama e acordo sentindo um perfume bom de bebê com avelã.
No kit veio um espelhinho, a caixinha, uma esponja, um sabonete líquido e um em forma de boca.
Chegou rapidinho e bonitinho ;D

Agora, o próximo objetivo é fazer um sorteio nesse blog aqui... Afinal, é tão gostoso presentear alguém né? E o sorteio traz bastante gente de todo lugar pra gente conhecer \o/
Aguardem... :)

quarta-feira, 26 de maio de 2010

postei um selinho nesse Blog ;D

Selinho vindo da Li do UsoMakeUp
Já que é a primeira vez que me indicam com esse blog, vale a pena colocar ;D
A regrinha é dizer três coisas que você fazia com as amigas na infância e indicar o selo para + 5 amigs blogueiros :)
Vamos lá:

1) Eu e a Jade colocávamos um lençol em volta de nós 2 e deixávamos só a cabeça de fora. Aí a gente brincava de ser gêmeas siâmesas. Quem lembra da Brittany e Abigail ??? rs

2) A gente tb fuçava o baú de roupas limpas e se vestia de vários personagens que a gente inventava e fingíamos pra nossa irmãzinha menor que éramos de outros planetas e países... haha (ela acreditava)

3) E a tradicional SOPINHA DE PLANTAS... íamos no jardim de inverno com um potinho e picava tudo que era planta, mato, flor e metia dentro d'água... (alergias rolaram soltasss rs)

é isso aí, que saudades da infância!!! :D

As indicadas:
1- Tamara
2- Thalita
3- Victória
4- Coisas de Amiga
5- Status Glam

domingo, 23 de maio de 2010

Fui vítima da inveja.


Amizade...
Parece tão simples, tão fácil. Basta ser amigo, companheiro, sincero, leal, compreensivo.
Parece simples. O problema é que as pessoas não são simples.
Um sentimento puro, de entrega. De ter a certeza que se você cair, aquele braço vai te puxar. E que se não der pra levantar, vai deitar do seu lado e entender porque você quer ficar ali. E ficar com você.
São tantos seres no mundo, tantas diferenças, milhões de características e, infelizmente, após um tempo, você começa a perceber que nem todas as pessoas sabem o valor de um amigo e a honra que é ter a confiança dele. Não sabem sorrir da sua vitória nem chorar de emoção quando você se supera.
Graças a deus, quando penso que tive minhas decepções depois de tantos anos, sei que não estou sozinha e que sou apoiada por quem realmente importa. Conhece meus defeitos e acima de qualquer coisa, não duvida do meu caráter nem se une a outros pela afinidade em me julgar.
Como? Me pergunto a todo momento... Como uma mente pode criar uma teia tão maquiavélica e como outra pode se unir a essa para ser mais forte. Onde está a consciência? Onde está os reais acontecimentos, os sentimentos, a lealdade?
Você olha para onde chegou e não entende. Por ser transparente, foi tachado de falso (?). Por responder na mesma moeda, foi tachado de impróprio (?). Por conseguir algo, foi tachado de aproveitador (?).
Não é fácil você contar uma novidade praquela pessoa que está junto com você todo tempo e sentir a cara de desprezo que ela te joga. Não é fácil saber o quanto você defendeu por lealdade aquele que hoje te joga as maiores pedras (que hoje já não me atingem porque não são de verdade). Não é fácil ver que quem você confiou... vazou por entre seus dedos, querendo levar o que não podia mais. Não é fácil se deparar com joguinhos infantis e falta de caráter e planos de novela para ver você por baixo.
As pessoas com coração bom, ao verem transparência, se sentiram a vontade. Ao ouvir a resposta no mesmo nível, sentiram respeito. Ao se depararem com a conquista, sorriram juntos, como uma conquista conjunta.
E ao acompanharem comigo a primeira vez que fui vítima da inveja, ousaram me proteger, sem medo de qualquer respingo. E eu os abracei, como forma de dizer "eu também estarei aqui pra você". E os distantes, me pediram pra voltar. Os novos, dei a eles meu coração. Os de outras vidas que sempre me acompanharam apenas não soltaram da minha mão. Os que estavam ao lado, enxugaram minhas lágrimas.
E o mais louco de tudo isso, é que eu adoeci momentaneamente. Até perceber que isso só se faz por amigos. E aqueles que me apunhalaram, não mereciam tamanho crédito.

"E o que me importa, é não estar vencido."

- Nunca deixe de lado os poucos e bons.

Li Harry Potter


Foi em 1999-2000. Ninguém nem sabia o que era Harry Potter, embora o livro tenha sido lançado fora do Brasil em 97. Nem eu. Não fazia a menor idéia...
Mas eu gostava bastante de ler, eu tinha 10 anos e tinha acabado de ler O Mundo de Sofia.
Então, não hesitei em ir a uma livraria pra escolher meu presente de Natal.
Lembro que estava vasculhando tudo, mais ou menos na parte juvenil e me deparei com um caldeirãozinho de papelão com uns cinco livro empilhados. Na capa lia-se: "Harry Potter e a Pedra Filosofal", ainda não com aquela fonte padrão do resto dos seus livros, uma coisa mais Bookman Old Style, sabe? rs
Enfim. Algo ali me encantou. E sinceramente? acho que foi a palavra "filosofal", estava com isso na cabeça, filosofia... e logo quis saber mais...
Bom, eu realmente achei que fosse um livro sobre filosofia. rs É interessante saber que eu comecei a ler o exemplar sem saber do que se tratava, isso torna tudo mais diferente e emocionante.
Logo comecei a me identificar pois o Harry tinha a mesma idade que eu. E quando percebi que não tinha nada a ver com a tal filosofia tive uma impulsiva frustração... de segundos. Até eu começar a ler a próxima frase. E a próxima, e a próxima, e o capítulo e toda aquela história magnífica, bem escrita, coesa. Cheguei ao fim do livro em 3 dias e me apaixonei.
Li todos os livros mais ou menos com a mesma idade, acompanhando o crescimento dele paralelo ao meu.
Sabe, nunca tive esse fanatismo ou participei da Febre HP, da moda, desse universo que se criou e acho que distorceu um pouco do que a história é.
Não é um livro apenas para crianças ou adolescentes. Há passagens nele, onde é preciso muita sabedoria e sensibilidade para entender o sentido por trás, por exemplo, daquela magia de tortura que é imperdoável e pior do que a morte; do beijo do dementador; daquele espelho que nos mostra nosso sonho; do armário que se transforma em nosso medo; no patrono que só é conjurado quando você pensa na coisa mais feliz pra você.
Simplesmente tenho uma grande admiração pela escritora, J.K.Rowling, pois sua obra alem de EXTREMAMENTE envolvente, é coerente, não dá vasão a histórias mal contadas e é quase impossível encontrar uma contradição. São 7 livros e os 7 são igualmente incríveis, ela não perdeu a mão, ela sabia exatamente como tudo terminaria desde o começo, sem ser clichê, sem buscar o final feliz ou vago.
Sem falar na criatividade, todo o mundo que ela criou e as formas de chegar e se viver nele, criando um paradoxo com a realidade que nos faz, as vezes, pensar... "será que pode acontecer comigo?".
O conhecimento da mente humana, da psicologia, explorando os anseios, medos e o que pode haver de mais sofrível em qualquer mundo. Sem receio de lidar com o que fosse, com as palavras certas.
Espero de coração que as próximas gerações tenham contato com essa série e consigam absorver toda a magia e significados que essa história excelente tem pra nos oferecer e que ainda me encantará durante muitos anos...
:)

sexta-feira, 14 de maio de 2010

coloquei gesso.


Quando a gente é criança tem essa mania de querer quebrar alguma coisa pra ir pra escola de gesso e todo mundo assinar, usar o elevador do colégio, ser paparicado, contar a versão mais impossível sobre seu acidente. Até colocar de verdade , né? Aí não vê a hora de tirar aquela coisa quente, coçante, pesada, trabalhosa... u.u

Enfim, como foi a minha história? Idiota, no mínimo. Pra começar, eu nunca quebrei nenhum membro do corpo. Ok, então pq fui engessada??? Pra largar de ser pentelha.

Eu tinha uns 12 anos e fazia ginástica olímpica, aí tem um movimento lá que chama Rodante Flick [ http://www.youtube.com/watch?v=5UxcutmYelA ] - é isso aí, só que esse cara fez 2 flicks. Aí tava lá treinando toda feliz (aliás, que só pra constar, meu flick era uma merda) e foi aí que aconteceu.
Na hora do tal do flick, meu braço esticou pro lado oposto ao normal e eu não sei o que foi, mas só sei que doeu muito. Aí fiquei mais branca do que já sou e fui (sozinha) pra enfermaria do colégio, morrendo de dor. Cheguei lá e a moça já chamou a ambulância do colégio (taí outra coisa que criança adora - sair de ambulância - puro status). Tentou ligar pra mãe, pai, vó, tia Chris, ninguém... Só a Tia Cássia ouviu o chamado e lá foi, com seu jeitinho SUPER discreto. Entrou na ambulância comigo e como ela mesma diz, já começou a fazer "fuzuê", pediu pra ligar a sirene, a luzinha, enfim. Fui lá e o cara colocou uma mísera gaze no meu braço e diagnosticou a distensão.
Ah, fiquei super frustrada... Como ia escapar das aulas de Ed. Física com aquela faixinha nada a ver?
Minha vó tava internada, então íamos pro hospital todas as noites. E eu ficava dando moh rolê por lá. Até que tive a grande idéia de ir na emergência de ortopedia =) . Fui lá, fiz o maior drama, disse que tava doendo demais, etc, etc, etc.
O cara foi lá e engessou meu braço dos dedos até o ombro .
.
Fiquei meio chocada mas não quis demonstrar. Fui lá fora com a minha mãe, meus olhos marejados e aquele TROÇO pesado que não deixava eu me mexer... POXA, também não tava doendo TAAANTO assim...
Deu cinco minutos e eu comecei a chorar... minha mãe só dizia "Bem feito, quem mandou reclamar?" . Acabei voltando lá e o enfermeiro, já véio de guerra , logo disse : "quer tirar, né? rs". E, magina, ele era super bonzinho, me deu uma lição de moral, mas tirou o gesso com o maior prazer... e eu saí de lá. Tive a experiência de ser engessada e aprendi uma bela lição. hehehe

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Tive um gatinho =)


Mas qual foi meu primeiro gatinho?

Eu tinha +- 2 anos... sim, eu me lembro... daquele jeito que lembramos de momentos do começo da infância, são flashs, acho que mais sensações do que imagens reais. É engraçado né? Sempre fico na dúvida se aquela memória aconteceu daquela maneira ou se meu subconsciente é que criou todo um cenário de acordo com meus sentimentos... É, isso nunca saberei.
O que importa é que era de noite na minha lembrança e estava bem escuro, estávamos na sala, na casa da Rua Potengi - eu, papai, mamãe, Polie (RIP) -nosso pintcher - e provavelmente, o Fabrizio (RIP), amigo do meu pai (tio da Jade, por sinal) que morava com a gente... ( sempre tinha alguém morando com a gente... rs)
Enfim, noite escura, nós e lá de fora vem aquele miadiiinho inconfundível. Papi gosta muito de bichinhos e logo foi ver de onde vinha. Abriu a porta e lá estava, pequena, pretinha, olhava, como quem diz: eu escolhi vcs...
Era nossa. Não me recordo de alguma discussão ou dúvida sobre ela ficar ou não, logo foi aceita, alimentada, acariciada e... nomeada? Bem, talvez tenha sido essa minha primeira decepção tb...
Eu queria MUITO que ela se chamasse "Bela" (acho q era por causa dos contos de fada) mas meu pai deu o nome de 'Aghata' . E convenhamos... hoje, acho esse nome BEM mais bonito, aliás, que é um dos meus nomes preferidos: diferente, forte, misterioso, feminino...
E assim era a essência da Aghata, que nos acompanhou durante quase 15 anos.
A gata mais compreensiva e sensível que já tive. Sabia quando eu estava triste, havia amor nos olhos dela e ela cresceu do meu lado.
O estranho é que ela chegou quando a família começava e pouco depois da separação dos meus pais... ela se foi... sumiu, simplesmente assim...
Mas estará pra SEMPRE na minha memória e sinto-a como uma proteção, ela tinha olhos de quem já tinha tido muito mais do que 7 vidas...

terça-feira, 6 de abril de 2010

Fiz uma tattoo



Sempre quis, desde criança, fazer uma tatuagem, acho lindo, autêntico, estiloso. (requer noção e bom gosto, tb, né? rs). Enfim... e planos não me faltavam. (não me faltam até hoje). O que faltava mesmo era o patrocínio. E fui ensaiando... Tendo idéias, me rabiscando, pesquisando, sonhando...
A primeira vez que fui atrás de verdade, eu devia ter uns 14 anos, na periferia de São Paulo, na companhia da lueca Jade, que já tinha a sua. Era um moqu
ifo e eu escolhi uma fadinha bem clichê. Fiquei de voltar no outro dia.
Juro que não me lembro o porque (mas agradeço muito ao destino), acabei não voltando nunca mais lá...
E continuei nos sonhos... Não tinha medo de dor, nem de me arrepender, nem da minha mãe brigar. Só faltava o dinheiro e a oportunidade.
Aí então, quando eu tinha 16 anos, lá em Ribeirão, fui em um certo tatuador no Centro indicado por um grande amigo dar uma pesquisada...
Bom, nessa época já tinha uma certa preocupação de ser alérgica a tinta, sei lá... e resolvi que faria um pequenina, pra testar, ver como é, essas coisas...
Logo que cheguei lá, uma mulher baixinha com cabelos ver
melhos e cara de ciumenta me atendeu e eu já sabia o que queria: 3 estrelinhas no peito.
Ansiosamente esperei meu horário, e o tatuador chegou. Entrei na sala... (nessas horas a sala fica grande, fria e clara, bem assustadoramente enlouquecedora... rs). Deitei na maca e ele foi me dizendo que não podia respirar na hora que ele colocasse a agulha pq era bem ali no tórax né... E começou a contar que virara evangélico, portanto não tatuava imagens, etc.
Vou ser sincera, não me lembro de quase nada que ele disse. Só ia reparando... no abrir da agulha, a preparação das tintas, a maquininha, UI.
E chegou a hora, a agulha veio chegando, chegando, chegando e começou. De boa, fez cócegas.
E depois de meia hora mais ou menos, estavam prontas minh
as 3 estrelinhas (nas quais fui cobrada uma facada de 70 reais)... E saí toda pirilante, com meu plástico filme colado no meu decote.
Passar pomadinha, limpar, embalar, não coçar, não tomar sol e todas essas recomendações que a gente conhece.
Depois fiz mais 2 tatuagens e tenho muitos planos pela frente.... ;)

Pense nas estrelas localizadas na frente de minhas emoções, veja o véu, onde tantas luzes piscam uma beleza incerta. Olhe ao redor, não há saídas, só espelhos. Pinte de vermelho o planeta que existe mas está tão sem cor... Ele está tão enfraquecido e se sente tão cansado e a desilusão que o acompanha está doente, pesada e deprime. Vai lá, mostra o universo pra ele,
embala o astro na tua dança, transforma a companhia, faz a noite virar dia e não deixa o tempo estagnar enquanto você viaja observando a minha tatuagem de três estrelas...